Na rotina do consultório e das visitas domiciliares, vejo com frequência famílias exaustas tentando combater a agitação e a agressividade em idosos com esquecimento ou demência (mesmo em fases iniciais) com o aumento de doses ou a troca constante de remédios. No entanto, na maioria dos casos, a solução não está apenas na farmácia, mas na forma como o ambiente e a comunicação ao redor do paciente se organizam. Caso 1: A dor de não lembrar, mas ainda sentir Atendi recentemente